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Cirúrgias Plásticas: o que são e porquê fazer

Muita gente recorre às cirúrgias plásticas por necessidade, para corrigir más formações genéticas, ou reconstruir partes danificadas por doença ou acidente.
Há também quem recorra a este tipo de intervenção por motivos estéticos. De facto, em Portugal, a maior parte das operaçoes plásticas efectuadas, são por motivos de beleza. Tirar sinais, implantes mamários, correcções ao nariz ou outras partes do corpo estão no top das preferências.


São certamente muitas as perguntas que surgem quando se pensa em cirúrgia plástica. Vamos aqui tentar responder da melhor forma às mais frequentes e mais pertinentes.


O que é «cirúrgia plástica»?
Este termo engloba muitos campos. Quando se fala em «cirúrgia plástica» pensa-se logo em  intervenções de cosmética ou

estéticas. De facto, a cirúrgia plástica inclui também as intervenções reconstrutivas, onde são tapados buracos deixados por tumores ou cancro, como é o caso das mastectomias.
As cirúrgias plásticas incluiem ainda correcções às mãos, micro cirúrgias e intervenções craniofaciais, onde se corrigem defeitos que as crianças possam ter quando nascem.

 

As operações plásticas envolvem «plástico»?
A maior parte das pessoas pensa que o termo «cirúrgia plástica» provém do uso de plástico em implantes, mamários ou outros. Na verdade, plástico vem da palavra grega «plastikos», que significa dar forma ou moldar. Foi assim que os pioneiros da cirúrgia plástica começaram: tirar tecido de uma parte do corpo para outra, os chamados «enxertos».


Qual a diferença entre cirúrgia «cosmética» e «reconstrutiva»?
As intervenções cosméticas são usadas geralmente para melhorar certas partes do corpo, enquanto que as cirúrgias

reconstrutivas, fazem-se quando uma área do corpo foi danificada, por doença ou acidente, e aí é feita uma reconstrução dessa área do corpo.


Porquê fazer uma operação plástica?
Existe uma grande variedade de razões para querer ou precisar de cirúrgia plástica. Pode ter cancro da mama, na cabeça ou no pescoço, o que requer que o cirurgião reconstrua essa área, depois do tumor ter sido removido. Pode também sofrer um acidente e necessitar de recostruir ou mesmo tapar as feridas, para o que, é chamado um cirurgião plástico. Finalmente, pode precisar - ou querer - cirúrgia cosmética, como são os casos de implanes ou diminuição dos seios.


O cirurgião plástico fará o que eu quiser ao meu corpo?
Antes de falar com o cirurgião, deve ter uma ideia do que pretende, se de facto, for uma operação cosmética. O melhor é discutir com o seu médico as várias opções, para que no final esteja confortável com a decisão. Ter a certeza que você e o seu médico estão em sintonia é muito importante na obtennção do melhor resiltado possível.


A cirúrgia plástica é dolorosa?
Qualquer cirurgião plástico tenta que as cirurgias não sejam dolorosas, porque estão comscientes que os pacientes não querem passar por esse tipo de ezperiências, quando decidem fazer uma operação plástica. Para intervenções como enchimento de pele com produtos do tipo do Botox, onde  se usa uma agulha pequena, a dor é mínima. Para operações mais complexas, como redução de seios ou lipoaspirações, obviamente que o nível de dor é ligeiramente mais elevado.

 

Como é a recuperação de uma cirúrgia?
A recuperação depende do tipo de cirúrgia efectuada. De um modo geral,, os primeiros dias podem revelar-se um pouco dolorosos mas normalmente a dor desaparece no espaço de uma semana. Claro que em procedimentos mais pequenos, como injecções ou intervenções locais, o tempo de recuperação é de apenas algumas horas.

 

Como planear uma cirúrgia plástica?
A melhor forma de planear e preparar para uma intervenção deste tipo é pesquisar informação, e ter a certeza que o médico é certificado e habilitado para o efeito. A internet é uma óptima forma de aduirir informação, incluindo o tipo de cirúrgia desejado.


As cirúrgias plásticas são comparticipadas?
As cirúrgias consideradas cosméticas, não são comparticipadas. E mesmo as reconstrutivas não são todas abrangidas, e quando o são, nem sempre é na totalidade.

De qualquer forma, informe-se junto da Serviço Nacional de Saúde ou do seu plano  pessoal de saúde.

 

 

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